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Por FAMOSIDADES

André Arruda/Divulgação
SÃO PAULO - Como se diz no linguajar popular, "nada se cria, tudo se copia". Seguindo essa lógica, J.B. Oliveira, o Boninho, pode repetir a fórmula usada há quase 10 anos por Sílvio Santos, no "Big Brother Brasil 11".
Segundo o jornal "Extra", Ariadna, a transexual eliminada no primeiro "Paredão", pode mesmo voltar a ser uma confinada do reality show global.
Ela voltará na Casa de Vidro ao lado de Mauricio, eliminado na última terça-feira (25). Por votação, o público terá o poder de decidir quem deve ter uma segunda chance dentro da atração.
Segundo a publicação, a Rede Globo decidiu que a ex-sister ficaria incomunicável a partir da última quarta-feira (26).
Em 2001, na "Casa dos Artistas", do SBT, Silvio Santos recolocou o participante mais polêmico no programa. Alexandre Frota havia abandonado o reality após achar que o apresentador teria entregado seus jogo aos demais. Persuadido pelo "Dono do Baú", o ator retornou ao reality e foi um dos finalistas.

Divulgação/ TV Globo
Mesmo voltando ou não ao confinamento, Ariadna já está fazendo muito sucesso fora do reality show. Em entrevista à revista “Contigo!”, a ex-sister falou sobre a mudança de sexo e de como foi antes da cirurgia.
“Sou uma mulher heterossexual. Nunca beijei uma menina na boca”, disparou ela.
“Eu nunca me senti homem. Nasci, vivi e vou morrer mulher”, declarou ela, que contou que desde criança tinha o sonho de ser mulher e que sua família não tinha dúvidas quanto à sua sexualidade.
Ariadna contou ainda que perdeu a virgindade aos 16 anos e, desde lá, começou a tomar hormônios: “Falei com psicólogos, psiquiatras, médicos e todos atestaram que eu era mulher em corpo de homem. Tinha algo no meu corpo que não fazia parte de mim, da minha essência feminina”.
Além de entrevistas e fotos, Ariadna poderá atacar de modelo. O estilista André Lima contou em seu Twitter que a ex-BBB desfilará para sua marca na São Paulo Fashion Week.
"Depois de muita negociação, acabei de fechar com a Ariadna para o meu desfile. Vou adiantando que ela só vai usar transparências", revelou ele.

"Caramba, fui vítima de homofobia!"
Três amigos e eu fomos vítimas de uma cena da mais pura e destilada homofobia. Nunca
havia passado por uma situação assim. Estávamos na tarde deste domingo
um amigo, uma amiga, meu namorado e eu na fila no hall principal do CCBB
Rio para a exposição do Escher.
Conversávamos sobre preços de imóveis no Rio e em Berlim, onde meu amigo está indo fazer um curso de curadoria. Uma mulher, que estava na nossa frente e havia saído da
fila para passear com a filha, voltou e, absolutamente do nada, começou a
pedir que nos afastássemos dela com um tom absolutamente agressivo.
Respondemos apenas ‘calma’. A partir daí, ela começou a disparar
agressões “suas bichas escrotas, eu sei que vocês são viados, saiam de
perto de mim”, crescendo o tom e passando a gritar em voz alta. “Seus
brochas, bichas”, com dedos na cara, repetia sem parar.
Parecia uma pessoa possuída.
Chamamos os seguranças e, ao chegarem, ela começou a se “justificar” dizendo que éramos “bichas nojentas” . Os seguranças pediram calma e ela passou a gritar ainda mais alto. A fila parou para assistir.
Fui instruído pelos seguranças a ligar para o 190. Avisei que estava chamando a polícia e
que não a deixaríamos sair enquanto a viatura não chegasse. Ela
continuou aos berros “ Eu não gosto mesmo de viado. E aquela garota só
pode ser lésbica também para andar com viados".
Com silêncio algumas pessoas mostravam reprovação a ela, inclusive uma senhora que fez uma
negativa para ela. Ela foi então para o bar. Outros vieram nos apoiar.
A sensação de humilhação só não foi maior porque agimos. Uma segurança negra disse que deveríamos deixar de lado para não perdermos o domingo. Perguntei se a chamassem
de “preta escrota” só porque ela estava atrás de alguém na fila, se ela
deixaria de lado. Ela concordou.
O número do chamado para o 190 é o 2998486. Ligamos para o 0800 do Rio Sem Homofobia, mas pelo jeito ele não atende celulares.
A segurança Claudete do CCBB disse que afirmaria tudo que viu a louca gritar em público. Temos telefone de três testemunhas que toparam contar o que aconteceu.
Passamos mais de uma hora esperando uma viatura, enquanto isso a cercamos e não deixamos sair. Em um descuido ela foi embora e não conseguimos mais localizá-la.
Você conhece essa louca homofóbica?
Como ela fugiu, queremos encontrar essa louca homofóbica.
Olhe bem, conseguimos essa foto dela lá no CCBB. Você a conhece?
Ela deve ter pelo menos 35 anos, toda cheia de tatuagem pequenas pelo braço e pescoço, tem uma filha pequena com a qual mostrava pouca paciência.
Ajude-nos a localizar essa pessoa perturbada e evitar que ela continua agredidos gays.
Escrito por Andre Fischer às 18:00:35