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Dia Mundial de Luta contra a Aids 2011

Link: http://www.aids.gov.br/evento/2011/50665

Dia Mundial de Luta contra a Aids - Campanha Nacional

imagem do google

Para comemorar o Dia Mundial de Luta contra a Aids 2011, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, lança a campanha nacional "A aids não tem preconceito. Previna-se", voltada para jovens gays, durante a 14ª Conferência Nacional de Saúde. Na ocasião, também haverá a cerimônia de obliteração dos selos que marcam os 30 anos de aids no mundo. Veja detalhes na programação abaixo.

8h - Distribuição de pins e preservativos na abertura da 14ª Conferência Nacional de Saúde - Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
9h - Lançamento da campanha e obliteração dos selos - Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
12h - Café com Ideias, conversa afiada entre governo, sociedade civil e convidados; lançamento da cartilha "Por toda a minha vida", do cartunista Ziraldo; e assinatura da política e da portaria de saúde LGBT - Tenda Paulo Frreire na área externa do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Também haverá a distirbuição de pins e preservativos.
19h - Festa da Solidariedade, no Museu da República. Com balé aéreo simbolizando a luta contra o preconceito, laço humano da solidariedade e projeção simultânea de imagens, também nos prédios do Congresso Nacional, dos ministérios da Saúde e da Educação.

OMS: maioria que tem HIV não sabe da infecção

Link: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2010/09/29/oms-maioria-que-tem-hiv-nao-sabe-da-infeccao-238071.php

Mais de 50% das pessoas infectadas pelo vírus da aids não sabem que estão contaminadas e 10 milhões em todo o mundo não têm acesso a remédios e tratamento. O alerta está em novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), que aponta para a necessidade de US$ 10 bilhões para garantir o tratamento a todos. No mundo, 33,4 milhões de pessoas são portadoras do HIV, mas apenas um terço tem acesso a remédios. No Brasil, cerca de 250 mil não sabem que estão contaminadas. O País não integra o grupo de nações que garantiram acesso universal ao tratamento.

A constatação da OMS é de que, em uma década, avanços importantes foram feitos para garantir que a população mundial tivesse acesso a remédios. Mas nenhuma das metas estabelecidas pela ONU foi atingida. Em 2003, a meta era ter, após dois anos, 3 milhões de pessoas sob tratamento. O número só foi atingido em 2007.

Para 2010, a meta era conseguir, nos países em desenvolvimento, que 80% da população - um total de 15 milhões de pessoas - tivesse acesso aos tratamentos. Mas, segundo a OMS, ao final de 2009 o número era de apenas 5,2 milhões, 36% do total. Só oito países atingiram a marca dos 80%, entre eles Romênia, Ruanda, Cuba e Botsuana. A ONU adotou 2015 como o novo prazo para atingir esse objetivo.

Polêmica brasileira - Os dados sobre o Brasil são alvo de polêmica. Por uma disparidade na forma de contar o número de doentes e de pessoas com acesso a remédios, a OMS indica que entre 50% e 80% dos brasileiros com o HIV recebem tratamento. Entre 20 mil e 190 mil pessoas no País precisariam de medicamentos. A OMS considera a epidemia da aids no Brasil "concentrada" em determinadas parcelas da população.

"Temos várias razões para acreditar que o acesso ao tratamento no Brasil é superior a 90%", diz Dirceu Greco, do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Ele cita como exemplo a queda na transmissão vertical e a estabilidade na taxa de mortalidade. "E não há fila para entrar no programa de tratamento." Greco afirmou que o teste para detectar a doença pode ser feito em qualquer Unidade Básica de Saúde. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado

Número de casos de HIV é estável

Número de casos de HIV é estável, mas a detecção continua tardia na França
Em 2008, data dos dados mais recentes, o Instituto de Vigilância Sanitária (In
VS) calculou em 6.940 o número de novas pessoas contaminadas pelo vírus da
imunodeficiência humana (HIV) na França. Ou seja, em relação à população com
idade entre 18 e 69 anos, uma taxa de incidência geral de 17 casos anuais para
100.000 pessoas.
O número de pessoas que descobriram sua soropositividade em 2008 era estável em
relação a 2007. O número de casos de AIDS para esse mesmo ano de 2008 era
estimado em cerca de 1.550, com uma estabilização, mas que veio após um período
de diminuição.
Os homens homossexuais representam a população mais afetada pelo HIV: 48% dos
casos de novas contaminações, com uma taxa de incidência estimada em 1.000 casos
para 100.000 pessoas. Essa taxa é 200 vezes superior à de 5 casos por ano para
100.000 pessoas observada entre a população heterossexual.
Então o número de descobertas de soropositividade entre os homens homossexuais
estava estável havia dois anos em 2008, depois de ter aumentado entre 2003 e
2006. Já o número de descobertas de soropositividade associadas a uma
contaminação heterossexual, que diminuiu entre 2004 e 2007, não diminuiu mais em
2008.
Essas descobertas representam 60% dos novos diagnósticos (que podem identificar
contaminações ocorridas nos anos anteriores) em 2008. Metade dessas descobertas
diz respeito a pessoas originárias de um país da África subsaariana. Entre os
usuários de drogas por via intravenosa e entre pessoas heterossexuais de
nacionalidade estrangeira, a incidência é respectivamente 18 vezes e 9 vezes
superior à da população heterossexual francesa.Ainda que o número de
diagnósticos de infecção por HIV feitos quando a pessoa atingiu o estágio da
AIDS tenha diminuído desde 2003, a detecção continua sendo tardia para parte das
pessoas infectadas: quase um terço daquelas que descobriram sua soropositividade
em 2008 já apresentam sinais de grandes danos ao sistema imunológico (número de
linfócitos CD4 inferior a 200/mm3) e 13% estão no estágio da AIDS.

Léo Mendes
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

Brasil deve investir mais na prevenção da Aids, diz ONU

Link: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2010/07/14/brasil-deve-investir-mais-na-prevencao-da-aids-diz-onu-228664.php

Um relatório divulgado nessa terça-feira (13) pela Unaids (Programa das Nações Unidas para HIV/Aids) elogia a forma como o Brasil lida com a aids, mas também sugere que o país amplie seus investimentos na prevenção da doença.

“O Brasil deveria aumentar os esforços para atingir o objetivo de acesso universal à prevenção do HIV, considerando que menos de 7% do total de gastos com a Aids são destinados à prevenção”, diz o relatório Panorama Unaids 2010, publicado anualmente.

O documento, que cita dados referentes ao ano de 2008, informa que o Brasil gastou, naquele ano, US$ 623 milhões (cerca de R$ 1,1 bilhão) com seu programa de Aids.

O relatório afirma que, entre 2003 e 2008, um terço dos novos casos de Aids no Brasil foram diagnosticados nos últimos estágios da doença.

“Ampliar os testes de Aids e os serviços de acompanhamento para prevenir diagnósticos tardios deve ser uma prioridade”, diz o documento.

“Com sua reputação em relação ao tratamento e sua abordagem em termos de direitos humanos, o Brasil continua estendendo sua liderança ao redor do mundo”, afirma a Unaids, ressaltando, no entanto, que apenas 50% das mulheres grávidas soropositivas no Brasil têm acessos a serviços para prevenir a transmissão do HIV ao feto.

“O número de maternidades que efetivamente realizam esses serviços de prevenção da transmissão da doença para a criança deveria aumentar, sobretudo em áreas remotas, como a região da Amazônia, no norte e no nordeste do país.”

Soropositivos

A Índia, que assumiu o compromisso de ampliar os esforços de prevenção, diz a Unaids, aloca 67% do orçamento de seu programa nacional de Aids para campanhas preventivas.

Em quatro Estados indianos fortemente afetados pela doença, 80% dos profissionais do sexo já se beneficiam de programas de prevenção.

“Maiores esforços precisam ser feitos agora em relação aos usuários de drogas, homessexuais masculinos e transgêneros”, diz o documento em relação à Índia, que possui 2,4 milhões de soropositivos.

No Brasil, existem 630 mil pessoas contaminadas pela Aids. Os dados da ONU mostram que 33,4 milhões de pessoas viviam com o vírus HIV no mundo até o final de 2008. No mesmo ano, foram registrados 2,7 milhões de novos casos de infecção e 2 milhões de mortes causadas pela Aids.

Fonte: JC Online

Descoberto anticorpo que anula 91% das cepas de HIV

Link: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2010/07/08/descoberto-anticorpo-que-anula-91_porcento-das-cepas-de-hiv-228112.php

Cientistas do governo norte-americano descobriram um anticorpo capaz de neutralizar 91% das cepas do vírus HIV, causador da aids, informa o The Wall Street Journal. A porcentagem de cepas neutralizadas é muito maior do que a de qualquer outro anticorpo conhecido. A descoberta é considerada um avanço rumo ao desenvolvimento de uma vacina para a síndrome da imunodeficiência adquirida.

Os cientistas norte-americanos descobriram um total de três poderosos anticorpos. Ao analisaram em mais detalhes aquele que foi percebido como o mais forte dos três, os cientistas puderam identificar com exatidão em que parte do vírus o anticorpo age e de que forma ele ataca. A descoberta vem à tona dez dias antes da abertura da Conferência Internacional de Aids, em Viena.

Segundo dois estudos publicados nesta quinta-feira na edição online da revista especializada Science, um dos anticorpos recém-descobertos ataca um braço do vírus pelo qual ele se conecta às células que infecta. Como esse braço precisa se conectar a uma molécula específica na superfície da célula, esta é uma das poucas partes do HIV que não costuma apresentar muitas mutações.

Os anticorpos foram descobertos nas células de um homossexual afro-americano de 60 anos de idade, conhecido na literatura científica como Doador 45. Os anticorpos foram produzidos naturalmente pelo corpo do paciente. Os pesquisadores analisaram 25 milhões de células do Doador 45 até descobrirem 12 responsáveis pela produção dos anticorpos.

A questão primordial agora para os cientistas é o desenvolvimento de uma vacina ou de algum outro método que capacite o corpo de qualquer ser humano a produzir esses anticorpos.

Este esforço "exigirá trabalho", observou Gary Nabel, diretor do Centro de Pesquisa de Vacinas do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas e um dos líderes da pesquisa que levou à descoberta. "Nós permaneceremos neste estágio por algum tempo" antes que seja possível ver algum benefício clínico do avanço científico, declarou.

No fim de 2008, o número de portadores do vírus HIV no mundo era de aproximadamente 33 milhões de pessoas. Segundo uma estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU), 2,7 milhões de pessoas contraíram o vírus naquele ano.

A produção de uma vacina é considerada pelos cientistas o "Santo Graal" das pesquisas com vistas à cura da aids. Outras vacinas capazes de ativar a capacidade de um organismo produzir anticorpos foram responsáveis pela diminuição de casos e até mesmo da erradicação da varíola, da poliomielite e de outras temidas doenças virais.

VACINA - No ano passado, depois de uma série de testes na Tailândia, foram anunciados os resultados da primeira vacina contra a aids a mostrar alguma eficácia. A vacina em questão, no entanto, reduzia as chances de infecção em apenas 30%, o que levou a controvérsias com relação à importância estatística da descoberta. A vacina não foi projetada para estimular a produção de novos anticorpos.

Wayne Koff, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Iniciativa Internacional por uma Vacina para a Aids, qualificou a nova descoberta como "o renascimento" da busca para uma vacina contra o HIV. A iniciativa dirigida por Koff não tem fins lucrativos.

Anticorpos totalmente ineficazes ou capazes de desabilitar somente uma ou duas cepas do HIV são relativamente comuns. Até o ano passado eram conhecidos apenas uns poucos "anticorpos amplamente neutralizadores", capazes de desabilitar variadas cepas de HIV. Nenhum desses anticorpos, no entanto, neutralizava mais do que 40% das cepas do vírus.

Ainda no ano passado, porém, graças a novos e mais eficazes métodos de detecção, pelo menos meia dúzia de "anticorpos amplamente neutralizadores", inclusive os três pesquisados pelos norte-americanos, foram identificados em publicações especializadas.

A maior parte dos novos anticorpos também é mais potente, capazes de reduzir as concentrações de HIV a níveis bem inferiores em comparação com outros anticorpos conhecidos.

Dennis Burton, do Instituto Scripps, liderou uma equipe de cientistas que descobriu dois "anticorpos amplamente neutralizadores" no ano passado. Segundo ele, sua equipe descobriu inclusive alguns anticorpos ainda não relatados em pesquisas. Constatou-se que esses novos anticorpos atacam diferentes pontos do vírus, aumentando a esperança de que eles sejam capazes de operar em sinergia.

Numa pesquisa ainda não publicada, John Mascola, vice-diretor do Centro de Pesquisa de Vacinas e um dos autores do estudo divulgado hoje, demonstrou que um anticorpo descoberto pela equipe de Burton neutralizava praticamente todas as cepas resistentes ao mais fortes dos novos anticorpos descobertos, chamado VRC01, e vice-versa. Apenas uma de 95 cepas testadas mostrou-se resistente aos dois anticorpos. Mascola é um dos coautores dos estudos divulgados hoje.

Fonte: Agência Estado / JC On Line

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