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Regulamento do Concurso Cultural - Thânya TULmuto & Colombina Artistic Makeup

Regulamento do Concurso Cultural

“Estou com Thânya TULmuto, estou com COLOMBINA, estou BONITA”
A Comissão Interna da Natural Line em parceria com RSPA Promoções ME, promove o concurso cultural que irá premiar a melhor complementação da frase: “Estou com Thânya TULmuto, estou com COLOMBINA, estou BONITA porque...”
O concurso cultural, denominado “Estou com Thânya TULmuto, estou com COLOMBINA, estou BONITA”, é promovido por Thânya TULmuto e RSPA Produções ME – CNPJ 12.033.145/0001-78
1 - O Concurso Cultural
1.1. A participação neste concurso é voluntária e gratuita, não estando condicionada, em hipótese alguma, à sorte, pagamento e/ou serviços pelos participantes, sendo, portanto, de caráter exclusivamente cultural/recreativo.
2 - Duração do Concurso
2.1. Este concurso terá início às 0h00 do dia 01 de Março de 2012 e término às 23h59m59s do dia 15 de Março de 2011 (horário de Brasília).
3 - Participantes
3.1. O Concurso é válido em todo o território nacional e está aberto a todos os usuários que curtem:
- A FÃ PAGE da Colombina Artistic Makeup (www.facebook.com/ColombinaMakeup)
- A FÃ PAGE da Thânya TULmuto (www.facebook.com/dragtulmuto)
3.2. Não poderão participar deste Concurso as pessoas envolvidas na elaboração e desenvolvimento do mesmo.
4 – Participação no Concurso
4.1. Para participar do Concurso Cultural “Estou com Thânya TULmuto, estou com COLOMBINA, estou BONITA”, os participantes deverão seguir os procedimentos abaixo:
4.2. Acessar o site www.facebook.com/dragtulmuto
4.3. Curtir as FÃ PAGES indicadas anteriormente e completar a frase do concurso.
4.4. Ler e aceitar este regulamento, por tal ato, submetendo-se irrevogavelmente a todos os termos e condições
4.5. Completar a frase “Estou com Thânya TULmuto, estou com COLOMBINA, estou BONITA porque...:>>
5 - Do conteúdo a ser desenvolvido pelos participantes
5.1. O conteúdo enviado pelos participantes deverá ser de autoria do próprio participante e não poderá ter qualquer conotação que atente contra a lei, a moral e os bons costumes.
5.2. Na hipótese de recebimento, de duas ou mais participações com conteúdos idênticos ou significativamente similares, análogas e/ou que, de qualquer forma, possam ser interpretadas como cópia ou reprodução, total ou parcial, apenas será considerada, para os efeitos de participação, o primeiro a ser recebido pelo sistema, sendo os demais desconsiderados para efeitos de julgamento e/ou premiação.
5.3 - Cada participante poderá concorrer com uma única frase.
6 - Do Julgamento do Concurso
6.1. As frases serão julgadas por uma comissão formada por 5 membros
6.2. A Comissão Julgadora fará a seleção da melhor frase que se enquadre na proposta do Concurso, utilizando-se dos critérios: originalidade e criatividade.
6.3. Não serão aceitas frases que contiverem conteúdos depreciativos
6.4. A decisão da Comissão Julgadora é soberana, inquestionável e irrecorrível.
6.5 O resultado do concurso será anunciado pela fã page do artista Thânya TULmuto www.facebook.com/dragtulmuto no dia 19 de Março de 2012
7 - Do Prêmio :idea:
7.1. O participante premiado receberá o kit exclusivo da Colombina Artistic Makeup, composta por 10 itens e uma bag descrito no Spot do Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=EPCB-HqUDQA

Descrição Kit Colombina Artistic Makeup / Natural Line: ;)

01 - 01 unidade - Pigmento Flourescente LEMON "Colombina Artistic Makeup"
02 - 01 unidade - Pigmento Flourescente ORANGE "Colombina Artistic Makeup"
03 - 01 unidade - Pigmento Flourescente SKY BLUE "Colombina Artistic Makeup"
04 - 01 unidade - Sombra Individual BOREAL "Natural Line"
05 - 01 unidade - Sombra Glitter AZUL ROYAL "Colombina Artistic Makeup"
06 - 01 unidade - FIXADOR GLITTER "Colombina Artistic Makeup"
07 - 01 unidade - Duo ESPONJA "Colombina Artistic Makeup / Natural Line"
08 - 01 unidade - Pó Facial com Proteínas da Seda e Colágeno "Natural Line"
09 - 01 unidade - Demaliquilante 4 em 1 "Colombina Artistic Makeup"
10 - 01 unidade - Tônico Hidratante com Proteínas do Leite e Extrato de Rosas "Natural Line"

11 - 01 unidade - Extra BAG em Couro da "Colombina Artistic Makeup"

7.2 A premiação é pessoal e intransferível e, não está sujeita à escolha por parte do contemplado, de forma que, não sofrerá qualquer alteração nem será convertida em dinheiro.
7.3 Caso o vencedor recuse expressamente o recebimento ao prêmio previsto no presente Regulamento, a premiação será transferida ao Participante subsequente, cuja frase preencha os critérios e condições válidas para premiação.
8 – Da Premiação
8.1 O vencedor será comunicados a partir do dia 10 de Março de 2012, através da Fã Page do artista.
9 – Das Condições Gerais
9.1 Em razão das características inerentes ao ambiente da Internet, a Natural Line e RSPA Produções ME não se responsabilizará por interrupções ou suspensões de conexão, ocasionadas por caso fortuito ou de força maior, bem como por outros fatos não inteiramente sujeitos ao seu controle, eximindo-se, por conseguinte, de qualquer responsabilidade proveniente de tais fatos/atos.
9.2 A Natural Line e RSPA Produções ME não será obrigada a prorrogar qualquer prazo estipulado neste Regulamento, na hipótese de ocorrência de interrupções no sistema, de qualquer gênero, no decorrer do Concurso.
9.3 As dúvidas não previstas neste regulamento serão julgadas por uma Comissão composta por 03 (três) membros, representantes da RSPA Produções ME.
9.4 Os participantes da campanha autorizam, desde já, o uso de suas imagens, nomes e voz, para divulgação na internet, em vídeos, fotos, cartazes e anúncios, sem qualquer ônus para o Natural Line e RSPA Produções ME.
9.5 A RSPA Produções ME – poderá, a seu critério, modificar as normas, regulamentos e prêmios a qualquer momento com ou sem aviso prévio.
9.6 A RSPA Produções ME - poderá retirar, limitar, modificar ou cancelar qualquer prêmio aqui descrito, alterar as condições de participação, entre outros.
9.7 A adesão ao Concurso Cultural implica o conhecimento e aceitação de todos os termos e condições deste Regulamento.
9.8 Para esclarecimentos de dúvidas e informações em geral, utilize o e-mail: rafaelsilva@thanyatulmuto.com

Rafael Silva
Empresário
RSPA Produções ME

Toni Reis - Um homem de respeito

Link: http://www.gazetadopovo.com.br/entrevistas/conteudo.phtml?tl=1&id=1143119&tit=Um-homem-de-respeito

Ele faz o tipo correto. Boa-praça, agradaria se rezasse missas ou se desse aulas. Digníssimo, preferiu ser o “Toni do Dignidade”. E é a voz mais contundente do Brasil na defesa das minorias sexuais, que estreia a nova série da Gazeta do Povo
03/07/2011 | 00:12 | Aldrin Cordeiro e Marcelo Furtado

Em maio deste ano, o paranaense Toni Reis, 47 anos, foi um dos primeiros a registrar a união homoafetiva no país, após decisão unânime do Supremo Tribu­­nal Federal. Não poderia ser diferente. Toni vem de uma longa trajetória de luta pelos direitos dos homossexuais. Desde 2006, é presidente da Associação Bra­­sileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABGLT), posto que o levou ao centro do poder, em Brasília, e a conseguir o apoio do ex-presidente Lula – a quem chama de “amigo”.

» Vídeo: Toni Reis fala sobre a descoberta da sexualidade

» Fotos: confira o ensaio fotográfico com Toni Reis

» Fotos: veja os bastidores da entrevista

Nascido em Coronel Vivida, no Sudoeste do Paraná, o ativista passou a infância e a adolescência no interior, ora em Pato Branco, ora em Quedas do Iguaçu. Foi nesse ambiente de gaúchos, como diz, que percebeu sua diferença. E não só na sexualidade: aos 14 anos, ao se ver excluído pelos colegas na hora do futebol, decidiu comprar uma bola e fazer o seu próprio jogo. Naquela época, um médico lhe avisou: para não ser discriminado, teria de sair da cidade e estudar.

Em Curitiba, Toni Reis se formou em Letras pela Universidade Federal do Paraná. Depois se mu­­­dou para a Europa, onde viveu seis anos e conheceu seu companheiro, David Harrad. De volta à capital, fundou o Grupo Dignidade. Era 1992 – o ano em que Toni Reis “tirou o Paraná do armário.”

Como você paga suas contas?

Casei com homem rico (risos). Estou brincando. Eu e o David temos uma empresa de tradução e também faço consultoria e palestras na área da sexualidade.

Quando descobriu que era gay?

Tinha 14 anos e não era escolhido para jogar futebol. Cheguei para minha mãe e falei: “Sou estranho, doente, pecador e sem-vergonha. Eu sou gay.” Ela respondeu: “Você realmente é sem-vergonha, pecador e doente”. Me levou a um médico de Pato Branco para me curar. E estou aqui bem gay, um líder gay. Foi uma situação complicada: sou do Sudoeste do Paraná, uma região de gaúchos, de família conhecida. O doutor Antônio Freire me falou: “Essa é apenas uma variante da sua sexualidade e você vai ter que ir para uma cidade grande, estudar para ser respeitado. Se for pobre e ficar no interior será muito discriminado.”

Você queria ser padre...

Queria. Mas contei para o meu diretor espiritual que eu era gay. Ele disse que eu não poderia ser padre. Um outro padre, o Sigis­­mundo, falou que o que eu sentia era doença e pediu para eu fazer novena para Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Quando contava para ele que eu tinha desejos pelo Tony Ramos ele me mandava voltar para o primeiro dia da novena. A novena virou uma quarentena.

Foi sua única tentativa?

Não. Me falaram de um pastor que curava de tudo. Fui lá e o pastor falou: “Aqui tem um cara com catarata, um com epilepsia e um guri com um problema sério que eu não vou falar qual é. Mas vamos orar por ele.” Fui a um terreiro e o pai de santo falou que eu tinha pomba-gira com duas cabeças desgovernadas. Pensei no suicídio três vezes. Hoje, se aparecer a cura, não quero me curar.

Você foi discriminado?

Me formei em Letras pela Uni­­­versidade Federal do Paraná, participei muito do movimento es­­­tudantil e fui presidente da Casa do Estudante Universitário, a CEU. Fui candidato a presidente da casa e todo mundo sabia que eu era gay. Nos debates, di­­­­ziam: “Não podemos ter um homossexual presidente”. Foi muito triste.

Hoje, Toni Reis é recebido nos mais diversos segmentos da sociedade. Como você consegue?

Tenho que trabalhar, produzir, escrever e me articular. É preciso ter uma causa e entendê-la. Agora, a minha causa é aliar a ALGBT com outros movimentos. Daqui a dois anos eu me aposento da liderança nacional, mas vou trabalhar com educação. A educação é a solução para muitos problemas no Brasil.

Como é a relação com sua família?

Aos 14 anos, minha mãe me levou a um médico para me curar. E quando eu tinha 27, ela se propôs a casar com o meu marido [para ele conseguir o visto de permanência no Brasil]. Se minha mãe mudou, eu creio que a sociedade também pode mudar.

Meus familiares me reconhecem. Fiz um curso superior, especialização, mestrado e estou concluindo meu doutorado. Alguns aceitam e outros respeitam. E uma das nossas grandes reivindicações é que as pessoas nos respeitem. Aceitar é muito difícil.

Qual a sensação depois de ter oficializado sua união civil?

É bacana. Meu amor pelo David continua o mesmo. E agora temos a documentação. Tem a questão do nosso patrimônio. Queremos filhos e estamos no processo de adoção. Em breve vamos ter mais uma resposta. Se perdermos, vamos recorrer.

O que emperra o debate LGBT no Brasil?

A questão religiosa e a heteronormatividade. Nós somos criados para ser heterossexuais. Sabemos que 10% da população é homossexual. Se hoje temos cerca de 1,8 milhão de habitantes em Curitiba, 180 mil são LGBTs. Nos­­­sa criação, educação, as propagandas na televisão, as novelas, tudo é feito para os heterossexuais. Inclusive, nós gays, lésbicas, travestis, muitas vezes pensamos de uma maneira heteronormativa, querendo copiar o mundo hétero. A outra questão é a religião. Na Idade Média, éramos queimados na fogueira pela Santa Inquisição, depois fomos tratados como criminosos e até o dia 17 de maio de 1990 a homossexualidade era considerada uma doença. Ainda tem muito esse rescaldo cultural de tratar a gente como pecador, como sem-vergonha, fora da norma e doente.

Qual sua opinião sobre o kit anti-homofobia, que foi barrado pela presidente Dilma?

Nós queríamos fazer um trabalho com os professores, com um material dirigido a eles. E a Dilma recebeu, pelo deputado federal Garotinho (PR-RJ), uma série de materiais de prevenção à aids relacionado à prostituição e drogas e colocou o kit do “Escola sem homofobia” junto. A Dilma viu aquilo e disse “vamos suspender”. Agora, nós estamos em diálogo com a presidência. Vamos ampliar o trabalho.

Qual a sua avaliação do governo da presidente Dilma em relação às ações LGBT?

No governo Lula tivemos um salto grande, pois ficamos na pressão e cobrando dos ministérios. Hoje, nós temos um plano nacional LGBT e a participação de 18 ministérios. A presidente Dilma está seguindo isso. Teve o revés do kit, mas por pressão. Havia um contexto político. E foi a presidente Dilma que falou que o Garotinho chantageou: “Temos 80 votos. Se não fizerem isso [barrar o kit], vamos fazer aquilo [assinar a criação da CPI do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci]”. Aí, ela suspendeu e agora vamos ampliar o kit. Do limão, a limonada.

Como você vê a influência da religião em questões políticas no Brasil?

Sinceramente, acho que as pessoas devem ter seus valores, mas religião não dá para misturar com política. É inconstitucional ter uma frente parlamentar evangélica. Isso não ajuda a democracia. É claro que quando um evangélico é eleito, ele vai levar seus valores e pode votar com a sua consciência. Mas nós não podemos tornar o Brasil uma teocracia. Temos judeus, católicos, o pessoal de matriz africana e pessoas ateias, que devem ser respeitadas.

Quanto a seus adversários políticos...

Eu converso com todo mundo. Talvez, a pessoa mais chata do Brasil seja o Jair Bolsonaro (PP-RJ). Mas é uma pessoa que não tem credibilidade nacional. Dentro do Congresso, ele já mandou o Fernando Henrique Cardoso para o paredão para ser fuzilado.

Na última semana, a deputada estadual e atriz Myrian Rios comparou homossexuais a pedófilos. O que diz?

O novelista Walcyr Carrasco foi muito feliz ao falar que ela é burra, embora não seja essa a minha opinião. Ela é uma mulher mal-informada. Não quero ser moralista, mas se olhar para o passado dela não a contrataria para ser a babá dos meus filhos. Espero que um dia ela venha para a luz.

Conteúdo extra, Acesse Aqui

Crimes cometidos contra Gays

Mott, Clovis, Liza, Icaro

01. Acredito no racismo, quando se utiliza a raca de uma pessoa para desqualifica-la. Nunca vi aqui na lista, Negro assina gay, ou Branco assassina Gay. Mas agora vejo Indio assassina Gay.Como indio LGBT, descendente de Karaja fico passado com a Manchete racista.

02. Este indigena menor de 14 anos que estava relacionando com um gay de 36 anos tambem nao era gay ou bissexual. Nao seria correto entao a manchete Gay ou Bi assassina Gay?

03. Sao dois crimes insuportaveis.
I - O Assassinato de um gay adulto por um menor de 14 anosII - O Crime de estupro de vulneravel, ocorrido anteriormente, pelo gay de 36 anos contra o gay menor de 14 anos.III - Instigante, nao ver nenhuma ong LGBt, especialmente da Bahia, sair em defesa do pequeno indio pelo estupro de vulneravel que ele vinha sofrendo a tempos....IV - Este caso é muito complexo, para demonizarmos um menino de 14 anos, indigena, que assassinou um gay de 36 anos com uma facada. Precisamos ter varios elementos.
O que levou este menino a dar facada. Ciume? Defesa? Choque Cultural ? O Alcool irresponsavelmente dado por um adulto? Qual contexto?Acredito que a Funai, o Conselho Tutelar e espero que o GGB, Ade e outras ongs que defendem LGBT tambem defendam o menor , que tambem é gay ou bi e que foi vitima de estupro de vulneravel. Ou serà que passaremos a defender a reducao da idade penal para 12 anos? Ou vamos admitir no nosso meio que um Gay maior de 18 anos pratique estupro de vulneravel ? Onde fica o enfrentamento da violencia e da exploracao sexual de criancas e adolescentes? Qual posicao de nossas Ongs?Enfim, toda solidariedade a familia do gay adulto assassinado , apreensao do gay menor, e identificacao real do crime e que Funasa, Funai, Conselho tutelar, GGb, Ade abram uma campnha para que nossa comunidade LGBT seja contra a exploracao sexual de criancas e adolescentes e sobretudo contra o exturpo de vulneravel.

Léo Mendes

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