
O D.A DE DIREITO DA UNICAP/FENED e o MOVIMENTO GAY LEÕES DO NORTE convidam a tod@s para o I SIMPÓSIO PERNAMBUCANO DE DIREITO HOMOAFETIVO!
DIA 16 E 17 DE SETEMBRO NA UNICAP.
DIA 18 DE SETEMBRO - PARADA DA DIVERSIDADE DE PERNAMBUCO!

Programação:
Dia 16 de setembro - A abrangência do Direito e a discriminação de homossexuais
08h: Credenciamento
09h: Mesa de Abertura
Manoela Alves – Presidente do Movimento Gay Leões do Norte
Henrique Mariano – Presidente da OAB-PE
Celso Severo – Presidente do CRESS
Pedro Josephi – D.A de Direito da UNICAP/FENED
Jayme Benvenuto – Diretor do CCJ/UNICAP
10h00min às 12h – 1ª Mesa: A Laicidade do Estado e o Direito à Livre Orientação afetivo-sexual
Prof. Torquato Castro – Departamento de Direito/UFPE
Dr. Clicério Bezerra – Juiz que realizou o primeiro casamento gay em Pernambuco
Jayme Asfora – Conselheiro Federal da OAB
12h: Almoço
14h00min às 16h – 2ª Mesa: O reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar no Direito brasileiro
Profa. Silvana Mara – Departamento de Serviço Social/UFRN
Elio Braz – Juiz da 2ª vara da Infância e Juventude da Capital-PE
Prof. José Maria Silva – Prof. de Direito de Família da UNICAP; IBDFAM. Conselheiro Estadual da OAB
Valdécio Carlos da Silva Junior – Assistente Social; Vice-presidente do Movimento Gay Leões do Norte
16h30min às 18h: 00min – Painel: Vivências em famílias homoparentais
17 de setembro – Promoção da Cidadania LGBT
09h às 12h – 3ª Mesa: Políticas públicas e o enfrentamento da homofobia
Rildo Veras – Assessor Especial LGBT do Gabinete do Governador/PE
Rivânia Rodrigues – Gerência de Livre Orientação Afetivo Sexual da Prefeitura do Recife
André Guedes – Pedagogo; Produtor do Documentário “Singularidade na Educação”.
Iris de Fátima – Fórum LGBT de PE
12h: Almoço
14h00min às 16h – 4ª Mesa: Vulnerabilidade Social LGBT em foco e Criminalização da Homofobia
Jean Wyllys – Deputado Federal (PSOL)
Westei Conde – Promotor de Justiça do Estado de PE
Prof. Pe. Luís Corrêa – PUC/RJ; Fundador do Grupo Diversidade Católica.
Rhemo Guedes – Advogado; Movimento Gay Leões do Norte.
Maria Júlia Leonel — D.A de Direito da UNICAP/FENED
16h00min às 17h00min: Exibição de curta e encerramento
VALE 16H de atividade Complementar
INSCRIÇÕES: R$ 20,00 até o dia 14/09 no D.A de Direito (Sala 302, Bloco G, manhã e noite) ou através de depósito identificado na conta do Movimento Gay Leões do Norte (Banco do Brasil, agência 1850-3, conta 12193-2), devendo o inscrito, em seguida, enviar seus dados para o e-mail simposiopelgbt@gmail.com e aguardar confirmação.
FACEBOOK: Facebook: http://www.facebook.com/event.php?eid=240991882604291#!/event.php?eid=240991882604291
Os tempos são outros, e os desejos (e necessidades) também. Basta ver o clima de romance que surpreendeu os moradores da casa mais vigiada do Brasil: o Big Brother Brasil 10, da TV Globo. Até domingo, e quem sabe fora dali, o "casal" do momento, ou melhor, a dupla que havia trocado olhares apaixonados com mais intensidade, reúne um homossexual assumido, Serginho, e uma heterossexual, Fernanda. Serginho acabou de sair da casa, mas já declarou no chat do programa, ao sair do paredão, no domingo, que Fernanda mexeu com ele.
Na ficção, a situação se repete na novela "Viver a Vida", da mesma emissora. O personagem Osmar, do ator Marcelo Valle, é homossexual e vai se assumir bissexual por causa de Alice (Maria Luisa Mendonça).
O interesse por homens e mulheres, sem distinção de orientação, também ultrapassa as telas, e a bissexualidade começa a fazer parte da vida de gente famosa, como a namorada do ator Caco Ciocler, a atriz Marina Previato, que há pouco tempo declarou gostar também de mulheres.
Outra celebridade que assumiu a bissexualidade foi atriz americana Lindsay Lohan. Sem falar de "anônimos", como o ator Bruno Chavezz, 24 anos, e a estudante Gabriela Silva, 20 anos. Eles vivem a experiência e não têm medo de assumirem sua opção sexual. Os dois se abriram para o Terra.
Ao completar a maioridade, Chavezz percebeu que sentia algo diferente dos outros meninos da sua idade. "No início, tive certo preconceito comigo mesmo, mas aconteceu e não foi algo programado. Eu sinto atração por homens e mulheres. Fico com os dois, sem uma preferência, depende do caso e do humor no dia", disse.
A homossexualidade ainda é um assunto delicado, um tema que causa muitas vezes inibição, e reserva, ao ser debatido. A bissexualidade é assunto ainda mais controvertido e nem todo mundo tem coragem de assumir.
As mulheres também têm assumido a bissexualidade. A estudante Gabriela Silva não tem medo de declarar sua opção sexual. "Sempre fiquei com homens, mas há uns três anos, conversando com uma amiga, tive a curiosidade de beijar uma mulher. Mas isso nunca tinha acontecido, até ano passado. E agora completamos cinco meses de namoro", disse.
A teoria psicanalítica postula uma fase de adaptação homossexual na pré-adolescência normal. "Estudos indicam que tanto os homens quanto as mulheres relatam nos consultórios terapêuticos a presença durante a adolescência de certa forma de escape homossexual, até o ponto do orgasmo. Assim, muitas pessoas que tenham tido experiências homossexuais não são homossexuais no sentido de que ele constitua um método único de expressão sexual", disse a psicóloga Icléia Rocha.
Hoje as pessoas abrem mais sua opção sexual, até mesmo "carregam uma bandeira" para defender sua sexualidade. "O fato é antigo, mas parece atual, pois a liberdade de expressão dos sentimentos não é mais uma dificuldade nesta escolha feita", disse a psicóloga.
O relacionamento heterossexual tem suas complicações, todo mundo sabe. Imagine ter de se desdobrar para conviver com as queixas e cobranças de ambos os sexos. "Já namorei homens e mulheres. A 'DR' (discussão sobre o relacionamento) existe dos dois lados. Sinceramente, os homens são bem mais fáceis de relacionar, mas, por estranho que possa parecer, as 'DRs' entre homens são mais pesadas."
Já Gabriela acha que a 'DR' feminina é válida, mas também mais detalhada. "Mulher geralmente sabe o que a outra está pensando, tem mais sensibilidade para perceber quando a outra está diferente, triste ou estressada. Mulher é mais teimosa e, até certo ponto, mais orgulhosa também. Quando há um atrito, uma briga pequena, é preciso muito jogo de cintura para deixar o orgulho de lado e pedir desculpas", disse.
O preconceito ainda existe, por isso nem todos assumem a bissexualidade. "Não saio falando para todo mundo, porque não vejo necessidade. Quem sabe são meus amigos e nenhum deles até hoje agiu de forma diferente do que agia antes", disse Gabriela.
Mas quando o assunto é sinceridade com o parceiro, o caso complica. Nem todas as pessoas aceitam a opção bissexual, especialmente por saber que a "concorrência" acontece dos dois lados.

"Eu jogo limpo com quem me relaciono, mas com as mulheres complica um pouco. Nem todas aceitam a minha opção, então nem sempre falo a verdade", disse Chavezz.
Gostar e se relacionar com homens e mulheres pode levar a algumas situações engraçadas, até mesmo constrangedoras. Imagine estar namorando um homem, de repente sentir uma atração por uma mulher, se entregar e, quando perceber, eles são parentes. Parece enredo de novela, mas aconteceu com o ator.
"Tinha ficado com uma garota em uma festa e, no outro dia, ela me chamou pra ir na casa de uns amigos. Eu inventei uma desculpa para não ir, pois tinha marcado de sair com um garoto que eu estava ficando. Daí ele me convidou para uma festinha na casa de uns amigos. A festa rolando, eu e o garoto ficando e, de repente, chega a menina que eu tinha ficado no dia anterior. Não pude evitar, ela me viu beijando o cara e, para piorar, a garota era prima dele. Fiquei numa saia justa, deu uma confusão esse dia", disse.
Mesmo se orientando pela bissexualidade, o ator não perde a vontade de ter um relacionamento "tradicional" com uma mulher, casar e ter filhos. "Gostar de homens e mulheres não impede nada. Quero casar e ter quatro filhos", disse.
Bruno Chavezz está convicto quanto sua opção sexual, e sabe bem o que deseja para seu futuro. Quanto ao desfecho do romance entre Serginho e Fernanda, no BB10, e Osmar e Alice, em Viver a vida, resta apenas esperar as cenas dos próximos capítulos.
Por: Juliana Brun
Fonte: Terra/Mulher
Centenas de casais do mesmo sexo foram a uma agência de Nova York para ouvir as tão esperadas palavras: "então eu declaro vocês... casados".
Link: http://www.gazetadopovo.com.br/entrevistas/conteudo.phtml?tl=1&id=1143119&tit=Um-homem-de-respeito
Ele faz o tipo correto. Boa-praça, agradaria se rezasse missas ou se desse aulas. Digníssimo, preferiu ser o “Toni do Dignidade”. E é a voz mais contundente do Brasil na defesa das minorias sexuais, que estreia a nova série da Gazeta do Povo
03/07/2011 | 00:12 | Aldrin Cordeiro e Marcelo Furtado

Em maio deste ano, o paranaense Toni Reis, 47 anos, foi um dos primeiros a registrar a união homoafetiva no país, após decisão unânime do Supremo Tribunal Federal. Não poderia ser diferente. Toni vem de uma longa trajetória de luta pelos direitos dos homossexuais. Desde 2006, é presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais (ABGLT), posto que o levou ao centro do poder, em Brasília, e a conseguir o apoio do ex-presidente Lula – a quem chama de “amigo”.
» Vídeo: Toni Reis fala sobre a descoberta da sexualidade
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» Fotos: veja os bastidores da entrevista
Nascido em Coronel Vivida, no Sudoeste do Paraná, o ativista passou a infância e a adolescência no interior, ora em Pato Branco, ora em Quedas do Iguaçu. Foi nesse ambiente de gaúchos, como diz, que percebeu sua diferença. E não só na sexualidade: aos 14 anos, ao se ver excluído pelos colegas na hora do futebol, decidiu comprar uma bola e fazer o seu próprio jogo. Naquela época, um médico lhe avisou: para não ser discriminado, teria de sair da cidade e estudar.
Em Curitiba, Toni Reis se formou em Letras pela Universidade Federal do Paraná. Depois se mudou para a Europa, onde viveu seis anos e conheceu seu companheiro, David Harrad. De volta à capital, fundou o Grupo Dignidade. Era 1992 – o ano em que Toni Reis “tirou o Paraná do armário.”
Como você paga suas contas?
Casei com homem rico (risos). Estou brincando. Eu e o David temos uma empresa de tradução e também faço consultoria e palestras na área da sexualidade.
Quando descobriu que era gay?
Tinha 14 anos e não era escolhido para jogar futebol. Cheguei para minha mãe e falei: “Sou estranho, doente, pecador e sem-vergonha. Eu sou gay.” Ela respondeu: “Você realmente é sem-vergonha, pecador e doente”. Me levou a um médico de Pato Branco para me curar. E estou aqui bem gay, um líder gay. Foi uma situação complicada: sou do Sudoeste do Paraná, uma região de gaúchos, de família conhecida. O doutor Antônio Freire me falou: “Essa é apenas uma variante da sua sexualidade e você vai ter que ir para uma cidade grande, estudar para ser respeitado. Se for pobre e ficar no interior será muito discriminado.”
Você queria ser padre...
Queria. Mas contei para o meu diretor espiritual que eu era gay. Ele disse que eu não poderia ser padre. Um outro padre, o Sigismundo, falou que o que eu sentia era doença e pediu para eu fazer novena para Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Quando contava para ele que eu tinha desejos pelo Tony Ramos ele me mandava voltar para o primeiro dia da novena. A novena virou uma quarentena.
Foi sua única tentativa?
Não. Me falaram de um pastor que curava de tudo. Fui lá e o pastor falou: “Aqui tem um cara com catarata, um com epilepsia e um guri com um problema sério que eu não vou falar qual é. Mas vamos orar por ele.” Fui a um terreiro e o pai de santo falou que eu tinha pomba-gira com duas cabeças desgovernadas. Pensei no suicídio três vezes. Hoje, se aparecer a cura, não quero me curar.
Você foi discriminado?
Me formei em Letras pela Universidade Federal do Paraná, participei muito do movimento estudantil e fui presidente da Casa do Estudante Universitário, a CEU. Fui candidato a presidente da casa e todo mundo sabia que eu era gay. Nos debates, diziam: “Não podemos ter um homossexual presidente”. Foi muito triste.
Hoje, Toni Reis é recebido nos mais diversos segmentos da sociedade. Como você consegue?
Tenho que trabalhar, produzir, escrever e me articular. É preciso ter uma causa e entendê-la. Agora, a minha causa é aliar a ALGBT com outros movimentos. Daqui a dois anos eu me aposento da liderança nacional, mas vou trabalhar com educação. A educação é a solução para muitos problemas no Brasil.
Como é a relação com sua família?
Aos 14 anos, minha mãe me levou a um médico para me curar. E quando eu tinha 27, ela se propôs a casar com o meu marido [para ele conseguir o visto de permanência no Brasil]. Se minha mãe mudou, eu creio que a sociedade também pode mudar.
Meus familiares me reconhecem. Fiz um curso superior, especialização, mestrado e estou concluindo meu doutorado. Alguns aceitam e outros respeitam. E uma das nossas grandes reivindicações é que as pessoas nos respeitem. Aceitar é muito difícil.
Qual a sensação depois de ter oficializado sua união civil?
É bacana. Meu amor pelo David continua o mesmo. E agora temos a documentação. Tem a questão do nosso patrimônio. Queremos filhos e estamos no processo de adoção. Em breve vamos ter mais uma resposta. Se perdermos, vamos recorrer.
O que emperra o debate LGBT no Brasil?
A questão religiosa e a heteronormatividade. Nós somos criados para ser heterossexuais. Sabemos que 10% da população é homossexual. Se hoje temos cerca de 1,8 milhão de habitantes em Curitiba, 180 mil são LGBTs. Nossa criação, educação, as propagandas na televisão, as novelas, tudo é feito para os heterossexuais. Inclusive, nós gays, lésbicas, travestis, muitas vezes pensamos de uma maneira heteronormativa, querendo copiar o mundo hétero. A outra questão é a religião. Na Idade Média, éramos queimados na fogueira pela Santa Inquisição, depois fomos tratados como criminosos e até o dia 17 de maio de 1990 a homossexualidade era considerada uma doença. Ainda tem muito esse rescaldo cultural de tratar a gente como pecador, como sem-vergonha, fora da norma e doente.
Qual sua opinião sobre o kit anti-homofobia, que foi barrado pela presidente Dilma?
Nós queríamos fazer um trabalho com os professores, com um material dirigido a eles. E a Dilma recebeu, pelo deputado federal Garotinho (PR-RJ), uma série de materiais de prevenção à aids relacionado à prostituição e drogas e colocou o kit do “Escola sem homofobia” junto. A Dilma viu aquilo e disse “vamos suspender”. Agora, nós estamos em diálogo com a presidência. Vamos ampliar o trabalho.
Qual a sua avaliação do governo da presidente Dilma em relação às ações LGBT?
No governo Lula tivemos um salto grande, pois ficamos na pressão e cobrando dos ministérios. Hoje, nós temos um plano nacional LGBT e a participação de 18 ministérios. A presidente Dilma está seguindo isso. Teve o revés do kit, mas por pressão. Havia um contexto político. E foi a presidente Dilma que falou que o Garotinho chantageou: “Temos 80 votos. Se não fizerem isso [barrar o kit], vamos fazer aquilo [assinar a criação da CPI do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci]”. Aí, ela suspendeu e agora vamos ampliar o kit. Do limão, a limonada.
Como você vê a influência da religião em questões políticas no Brasil?
Sinceramente, acho que as pessoas devem ter seus valores, mas religião não dá para misturar com política. É inconstitucional ter uma frente parlamentar evangélica. Isso não ajuda a democracia. É claro que quando um evangélico é eleito, ele vai levar seus valores e pode votar com a sua consciência. Mas nós não podemos tornar o Brasil uma teocracia. Temos judeus, católicos, o pessoal de matriz africana e pessoas ateias, que devem ser respeitadas.
Quanto a seus adversários políticos...
Eu converso com todo mundo. Talvez, a pessoa mais chata do Brasil seja o Jair Bolsonaro (PP-RJ). Mas é uma pessoa que não tem credibilidade nacional. Dentro do Congresso, ele já mandou o Fernando Henrique Cardoso para o paredão para ser fuzilado.
Na última semana, a deputada estadual e atriz Myrian Rios comparou homossexuais a pedófilos. O que diz?
O novelista Walcyr Carrasco foi muito feliz ao falar que ela é burra, embora não seja essa a minha opinião. Ela é uma mulher mal-informada. Não quero ser moralista, mas se olhar para o passado dela não a contrataria para ser a babá dos meus filhos. Espero que um dia ela venha para a luz.
O GRUPO LEÕES DO NORTE CONVIDAR A TODOS E TODAS PARA PARTICIPAR DO EVENTO ABAIXO, ONDE HAVERAR UM COMEMORAÇÃO DIA DO ORGULHO GAY, CONSCIENTIZANDO E SENSIBILIZANDO A SOCIEDADE PARA O FATO DE QUE SOMOS CIDADÃOS, COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES IGUAIS, INDEPENDENTE DE ORIENTAÇÃO SEXUAL OU IDENTIDADE DE GÊNERO.
A LUTA PELO FIM DO PRECONCEITO COMEÇA EM NÓS, E TEM QUE SER REAFIRMADA DIARIAMENTE EM TODOS OS ESPAÇOS!!
VALE RESSALTAR QUE O LEÕES DO NORTE JÁ DESENVOLVE TRABALHO COM GRUPOS LGBTS DENTRO DAS UNIDADES PRISIONAIS DESDE 2007, E HÁ GRANDE NECESSIDADE DE MATERIAL DE HIGIENE PESSOAL PARA OS (AS) REEDUCANDOS (AS).
"NESTE SENTIDO PEDIMOS COLABORAÇÃO DE VOCÊS LEVANDO PASTA DE DENTE, ESCOVA DE DENTE, PENTE, PAPEL HIGIÊNICO, ABSORVENTE, ETC."
ESPERAMOS VOCÊS LÁ!!
SERVIÇO:
IV Sarau da Diversidade
Onde: Mercado da Boa Vista
Quando: Domingo, 03/07/2011 10h00